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Jovens também sentem dores no quadril
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Hoje, os problemas de quadril não são mais associados somente aos idosos. Nos últimos dez anos, mais e mais jovens, desde a adolescência, desenvolveram impacto fêmoro-acetabular (FAI), alertam médicos norte-americanos da Universidade Estadual de Ohio (Columbus). 
A FAI ocorre quando a cabeça do fêmur não se encaixa mais corretamente no acetábulo do quadril. Muitas das lesões reportadas têm relação com esportes, principalmente entre os jovens. "Embora ela possa ocorrer em não atletas e lutadores de fim-de-semana, comumente vemos essa lesão em atletas treinados antes e durante a puberdade", disse Thomas Ellis, do Departamento de Ortopedia da Universidade. 
Uma fase crítica do crescimento do quadril ocorre durante a puberdade. Atividade esportiva intensiva pode levar ao crescimento anormal e à FAI. "Sugerimos que os atletas jovens façam o treinamento combinado de várias atividades para evitar o desgaste excessivo dos músculos que dão suporte para a articulação do quadril", disse Ellis. 
O diagnóstico da FAI nem sempre é fácil, mas é importante. Se não for tratada, ela pode levar a artrite e à necessidade de substituição da articulação do quadril, disse Ellis. Cirurgias, no entanto, nem sempre são necessárias.

Fonte: univadis.com acessado em 20/11/2015

Hipertensão atinge 1 entre 4 brasileiros
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Hipertensão atinge um entre quatro brasileiros
A hipertensão atinge um entre quatro brasileiros  (Roni Rigon/Agencia RBS).

Estima-se que cerca de 25% da população brasileira seja hipertenso. O maior problema da patologia, muitas vezes, é o diagnóstico tardio. Apesar de grave, a hipertensão não costuma apresentar sintomas perceptíveis no início. Uma pesquisa feita pela Sociedade de Cardiologia do Estado do RS (Socergs), em 2014, indicou que 4,5% dos gaúchos nunca haviam verificado a pressão. O número caiu para 1,5% em 2015, mas ainda é preocupante, levando-se em conta que o exame é simples, rápido e gratuito.
“A hipertensão é chamada de sina silenciosa porque a maioria dos hipertensos não sente nada. E justamente por isso, há pessoas com pressão altíssima que nunca chegaram a medi-la” explicou o cardiologista do Instituto do Coração do Hospital de Caridade, Eduardo Radins. 
A hipertensão costuma ser a causadora de diversos outros casos bastante perigosos, como infarto do miocárdio, Acidente Vascular Cerebral (AVC), insuficiência renal ou derrames. Por causa disso, além de manter a pressão equilibrada com o uso de medicamentos, o portador necessita procurar alimentar-se melhor e praticar exercícios físicos. 
A pressão cardíaca elevada pode levar ao rompimento de vasos sanguíneos cerebrais. Isso causa perda da função neurológica, levando a consequências permanentes, como perda de movimentos do corpo. A hipertensão favorece, ainda, o aparecimento de placas de gordura nas artérias, que podem obstruí-las e bloquear a alimentação de sangue ao coração. Quando isso ocorre, uma das consequências é o infarto do miocárdio. A doença é mais comum entre as mulheres (26,9%) que entre os homens (21,3%) e também varia de acordo com a faixa etária e a escolaridade.
Fonte: univadis.com.br acessado em 07/12/2015

Brasileiros subestimam riscos cardíacos 
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Uma pesquisa realizada com 6.544 pacientes, mostrou que 91% dos pacientes que estavam em uma condição de alto risco cardíaco no momento da avaliação subestimavam essa situação. O estudo buscou quantificar a percepção que as pessoas tinham de seu próprio risco cardíaco e comparar com o risco real de sofrer eventos cardiovasculares no futuro. 
Os participantes foram avaliados e classificados de acordo com padrões estabelecidos em três níveis: baixo, médio e alto risco. 72% das pessoas na faixa média também subestimaram sua condição.

Veja abaixo os principais fatores que podem elevar o seu risco cardíaco; alguns deles podem ser controlados, como sedentarismo e tabagismo, enquanto outros não, como a idade e o sexo.
Idade (quanto mais idoso, maior o risco)., Sedentarismo, Obesidade, Gênero (homens correm maior risco que mulheres), Hipertensão arterial, Diabetes, Fatores hereditários, Má alimentação, Estresse, Níveis de colesterol (avaliados pelo cardiologista).
Uma das formas mais eficientes e fáceis de seguir para reduzir o risco cardíaco é sair do sedentarismo absoluto, Basta caminhar 30 minutos por dia, cinco vezes por semana. “É o mínimo recomendado de atividade física, mas já ajuda muito”, O fator de risco mais importante é a idade, portanto quanto mais idosa a pessoa, maior deve ser seu cuidado com a saúde.
Os médicos admitem que esses pedidos de mudança na alimentação e nos hábitos são complicados, principalmente porque se pede um grande esforço e a recompensa é ... ‘não ter nada’, ou seja, não desenvolver uma doença em potencial. Mas adotar hábitos saudáveis vale a pena, eles vêm acompanhados do bem estar que a atividade física e a redução de peso trazem, além de preparar a pessoa para aproveitar a terceira idade com mais saúde e independência.

ANATOMIA
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Mulheres, isso é um útero.
A imagem também mostra os ovários.
Todas as mulheres nascem com esse órgão maravilhoso, e muitos de vocês nunca viram isso.
Seu tamanho normal é de cerca de 7 centímetros de comprimento e 5 centímetros de largura. Este órgão se expande mais de 100 vezes para abrigar um feto.
Todo mês, ela se autodestrói e reconstrói, eliminando a menstruação devido a contrações, então a dor menstrual é a dor do útero, não dos ovários.
Pode suportar até 150 vezes o seu próprio peso. É o único órgão capaz de criar outro órgão: a Placenta.
Está ligado a você. Se você ficar estressada, ele fica estressado, se você relaxar, ele relaxa.
Nesse mesmo órgão, a vida é compartilhada, pois há mulheres que com esse órgão, deram vida a até 15 crianças, hoje em dia, só dão vida a 2 ou 3 filhos, mas está capacitada para treinar mais de 20 vidas. É o segundo coração de uma mãe, porque ali ela forma o coração de seus filhos.

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